SOBRE MISTICISMO NATURAL





"O objetivo da vida humana é a realização de Deus" - Sri Ramakrishna


Devoto: O que é a realidade?


Ramana Maharshi: A realidade deve ser sempre real. Não tem formas, nem nomes. Aquilo que se acha por trás das formas e nomes é a realidade. Ela está subjacente às limitações, sendo ilimitada. Não se acha ligada a qualquer coisa. Ela subjaz as irrealidades, sendo ela mesmo real. A realidade é aquilo que é. É como é. Transcende a palavra. Está além das expressões como "existência" e "não existência", etc. A realidade é a simples consciência que permanece quando a ignorância é destruída ao se conhecer os objetos. Ela mesma é o Eu (Atman). 


"Em verdade, a Consciência Pura é indivisível, não tem partes. Ela não tem forma alguma nem contorno algum, nenhum “dentro” e nenhum “fora”. Não há “direita” nem “esquerda” para ela. A Consciência Pura, que é o Coração, inclui tudo; e nada está fora ou separado dela. Esta é a Verdade final. Desse ponto de vista absoluto, o Coração, Si Mesmo ou Consciência, não pode ter lugar algum designado para ele no corpo físico. Qual a razão? O corpo é, ele próprio, uma simples projeção da mente, e a mente não passa de um reflexo empobrecido do Coração radiante. Como pode isso em que tudo está contido se encontrar, ele próprio, confinado como uma pequena parte dentro do corpo físico, que não é senão uma manifestação infinitesimal, fenoménica, da Realidade Única? Mas as pessoas não compreendem isso. Elas não podem deixar de pensar em termos de corpo físico e de mundo. Por exemplo, você diz: “Eu vim para este ashram percorrendo todo o caminho desde o meu país, que se encontra além dos Himalayas”. Mas isso não é verdade. Onde está “ir” e “vir”, ou qualquer outro movimento que seja, para o espírito uno, todopenetrante, que você realmente é? Você está onde sempre esteve. Foi o seu corpo que se moveu ou foi transportado de um lugar a outro até encontrar este ashram" - Bhagavan Sri Ramana Maharshi


"Existe um erro básico no ser humano. Confunde-se a Si mesmo com aquilo que não é (o corpo, a mente e o ego). O ser humano estende depois este erro para as coisas que julga possuir. Esta é a causa da infelicidade individual e coletiva. Quer uma causa para uma guerra exterior ou interior? Acabará por encontrá-la neste erro básico." - Autoria desconhecida



"Há muitos campos do conhecimento, mas há apenas um conhecimento supremo. Este conhecimento supremo é o autoconhecimento, o conhecimento do ser imortal. É o conhecimento de sua realidade imutável, seu verdadeiro ser - aquele que jamais nasceu e o qual jamais morrerá. Há muitos outros tipos de conhecimento. Há os diferentes campos da arte, ciências, comércio e educação. Mas tais conhecimentos irão ajudá-lo apenas a atingir os objetivos transitórios do mundo, e também prazeres mundanos. Para realizar a eterna bem-aventurança, que é a sua própria natureza, você deve possuir o autoconhecimento. Este é o único conhecimento que irá habilitá-lo a perceber a paz interior e a felicidades sem fim que é a sua própria realidade, sua verdadeira identidade." - Sathya Sai baba



"Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é O que está em vós do que o que está no mundo. Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro." - 1 João 4:4-6


"Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" - 1 Coríntios 
3:16


Misticismo é a antiga busca humana pela Realidade, pela Verdade Última, por Deus.

Natural, porque essa Realidade, essa Verdade Última ou Deus é para ser encontrada na própria natureza humana, dentro do próprio buscador (autoconhecimento e consequente autorrealização), como tem sido transmitido pelos Mestres desde o tempo dos Upanishads Védicos.

É uma busca natural e íntima na natureza humana.

A Natureza, o Reino Animal e a vastidão do Universo com todo o seu esplendor têm também um lugar muito especial em mim e neste pequeno blog.


A ABELHA E A FLOR PORQUÊ?

Comparo o místico à abelha que procura de Flor em Flor (os Mestres) o Néctar (os Ensinamentos, Métodos) que a alimenta. No caso do místico ele alimenta sua mente, mas acima de tudo, ele Evolui.

Tento não me esquecer do Sol, a principal fonte de vida das flores e das abelhas. Não são as flores nem o seu néctar, ou seja, não é o Mestre ou o seu Ensinamento (ou Método) a Verdade em Si mesma. São somente apontadores, expressões da Verdade. O dedo que aponta para a lua não é a própria lua.

Os apontadores mais verdadeiros e precisos que encontrei para encontrar a Realidade, a Verdade Última ou Deus são:
  • SATYAM (Verdade, significa aquilo que sempre é, imutável, existindo por si mesmo, e independente de qualquer outra coisa para ser. Mithya, ao contrário, é o falso, aquilo que existe apenas momentaneamente, e mesmo nessa efémera existência, deve a sua existência a alguma outra coisa que lhe empresta, digamos assim, a sua ilusória seidade.)
  • VIVEKA (o discernimento ou a discriminação entre o transitório [o ilusório - o não-Eu, aquilo que aparece e desaparece] e o permanente [o Real - o Ser, Aquilo que É, o Eu.])
  • A CONSCIÊNCIA (O Espírito, A Testemunha, O Atman, Sakshi, Turiya [o 4º]) 
  • O SI-MESMO (o Eu real, ou seja, o Eu na sua pura forma) 
  • O NOSSO SENTIMENTO DE PRESENÇA (Eu Sou)
  • O SILÊNCIO
  • TEORIA DA VACUIDADE
  • MAYA

"A única Evolução possível sempre foi, é e será da matéria para o Espírito
Da escuridão (ignorância) para a Luz (Sabedoria)
Da inconsciência para a Consciência"


Quero agradecer (e pedir desculpa por partilhar neste blog muitos desses textos) a todos os autores de livros e de artigos, tradutores e publicadores, criadores de sites e blogs que tenho encontrado na Internet.

Tenham sempre em perspetiva que existem muitos poucos livros físicos, editados e publicados aqui em Portugal sobre a Antiga Sabedoria Oriental.

(Exceto as excelentes edições Brasileiras, mas cada vez mais difíceis de encontrar em Portugal, devido principalmente à crise capitalista que desde 2008 se vive também na Europa. As editoras portuguesas preferem desde aí (nomeadamente) agradar ao populismo espiritual, para venderem mais, claro, publicando e vendendo apenas livros (de editoras portuguesas) desse nível espiritual.).

Não existe, nem nunca existiu em Portugal (que eu tenha conhecimento) livros publicados por editoras Portuguesas, de Mestres como Ramana Maharshi, Nisargadatta Maharaj, Ramesh Balsekar, Shankara, Ramakrishna, Gurdjieff, Helena P. Blavatsky (existe um, A Voz do Silêncio), Leadbeater, Annie Besant, Paul Brunton (exceto um) J. Krishnamurti (raríssimos), por exemplo.

Em Portugal, existem alguns bons livros de Osho, Eckhart Tolle e sobre Budismo. Mas, mesmo os de Osho são livros escolhidos e selecionados geralmente de diversas palestras (fazendo uma colagem) e não de uma em particular em cada livro, como deveria ser.

Será só por fatores económicos ou será que também existem outros fatores?...

Agradeço mais uma vez a todos.





DEFINIÇÃO DE MISTICISMO NA WIKIPÉDIA

Misticismo (do grego μυστικός, transliterado mystikos, "um iniciado em uma religião de mistérios") é a busca da comunhão com uma derradeira realidade, divindade, verdade espiritual ou Deus através da experiência direta ou intuitiva.

No livro de Jakob Böhme "O Príncipe dos Filósofos Divinos", o misticismo se define como um tipo de religião que enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima com Deus, ou com a espiritualidade, com a consciência da Divina Presença. É a religião em seu mais apurado e intenso estágio de vida. O iniciado que alcançou o "segredo" é chamado um "místico". Os antigos cristãos empregavam a palavra "contemplação" para designar a experiência mística.

"O místico é aquele que aspira a uma união pessoal ou a unidade com o Absoluto, que ele pode chamar de Deus, Cósmico, Mente Universal, Ser Supremo etc. (Lewis, Ralph M)" (...)

A palavra "místico" foi empregada pela primeira vez no Mundo Ocidental nos escritos atribuídos a Dionysius, o Aeropagite, que apareceu no final do século V. Dionysius empregou a palavra para expressar um tipo de "Teologia", mais do que uma experiência. Para ele e para muitos intérpretes, desde então, o misticismo tem se baseado em uma teoria ou sistema religioso que concebe Deus como absolutamente transcendente, além da Razão, do pensamento, do intelecto e de todos os processos mentais.

A palavra, desde então, tem sido usada para os tipos de "conhecimento" esotérico e teosófico, não suscetíveis de verificação. A essência do misticismo é a experiência da comunicação direta com Deus.

A palavra "misticismo" tem origem no termo grego μυστικός = "iniciado" (nos Mistérios de Elêusis, μυστήρια = "mistérios", referindo-se as "Iniciações") é a busca para alcançar comunhão ou identidade consigo mesmo, lucidez ou consciência da realidade última, do divino, Verdade espiritual, ou Deus através da experiência direta, intuição ou insight; e a crença que tal experiência é uma fonte importante de conhecimento, entendimento e sabedoria. As tradições podem incluir a crença na existência literal de realidades empíricas, além da perceção, ou a crença que uma "verdadeira" perceção humana do mundo transcende o raciocínio lógico ou a compreensão intelectual.

OUTRA DEFINIÇÃO DE MISTICISMO

Misticismo é uma filosofia que existe em muitas culturas diferentes e que se reveste de várias formas. Místico é todo aquele que concebe a não-separatividade entre o Universo e os seres. A Essência primordial da vida, ou Consciência Cósmica, ou Deus como costumamos chamar – ao contrário do que se pensa – não está nem nunca esteve separado de qualquer coisa. O místico é aquele que busca ou que já mantém um contacto direto com a realidade, sem intermediários. O místico procura a presença do Ser Supremo e Real, ou do inefável e incognoscível em si mesmo, nas profundezas de seu ser, e dessa forma, pode perceber todas as coisas como sendo parte de uma infinita e essencial Unidade de tudo o que existe.

Ao contrário de um outro sentido que o termo misticismo tomou, que o compara a tudo o que é irracional, anti-cientifico e supersticioso, isso nada tem a ver com o Misticismo. 

Antes que confundam essa ideia com Panteísmo, é preciso informar que os místicos jamais acreditaram que Deus se resume a todas as coisas, mas sim que eles, como seres que já desenvolveram uma perceção divina, conseguem perceber a presença de Deus em tudo. E isso não significa que Deus esteja numa coisa, noutra coisa e ainda noutra coisa e seja o somatório de todas, e esse montante somado tem como resultado Deus. Não se trata disso.

Nada do que existe no mundo manifesto está separado de Deus, o que não significa que as coisas que encontramos no mundo manifesto sejam Deus. Elas estão ligadas a Deus, de modo que são espelhos que podem refletir a eternidade e a infinitude da perfeição Divina.

Tudo é um espelho o qual pode refletir a perfeição.

Os místicos percebem que não estão separados de Deus, assim como meu dedo não está separado de minha mão.

Uma caracterização bem aceita da experiência mística é a de William James. Ressaltamos dois aspetos: a experiência mística é inefável, e portanto, incomunicável e é noética e, portanto, dificilmente aumenta o conhecimento teórico do místico. A elas Luis Dupré acrescenta o seu caráter integrador de oposições numa realidade superior.

Mística distingue-se da Religião por referir-se à experiência direta, pessoal, da divindade, do transcendente, sem a necessidade de dogmas ou de uma Teologia, ou de qualquer sistema de pensamento.

Resumindo isso, podemos pegar o exemplo de Jesus que disse:

“Eu e o Pai somos Um.”

Jesus não quis dizer que era Deus, mas que sua identidade com Deus havia chegado num estágio tão avançado, que ele já não se via mais separado deste, de modo que ele sentia a presença de Deus em si mesmo.

Ou seja, ele refletia a Deus, tal como um espelho reflete o sol.

A Experiência Mística

“Finalmente, aconteceu. O pensamento se apaga como uma vela soprada. O intelecto se retira para seu devido lugar, ou seja, a consciência trabalha sem ser prejudicada pelos pensamentos. […] O eu ainda existe, mas é um eu modificado, radiante. Devido a alguma coisa muito superior à pessoa sem importância que eu era, um ser mais profundo e mais divino brota de minha consciência e transforma-se em mim. […] Sinto que eu mesmo estou além dos limites da consciência do mundo. O planeta que desde tanto tempo e até agora sempre me acolheu, desaparece. Estou no meio de um fulgurante oceano de luz. […] E então eu sinto, muito mais do que penso. É o material primitivo do qual os mundos são criados, o estado primeiro da matéria que se prolonga através do indescritível espaço infinito, incrivelmente vivo.” (PAUL BRUNTON).

“Voltei para a sala, e estava para me dirigir à minha poltrona quando todo o cenário mudou. Um espaço imenso se abriu e o solo deu a impressão de desabar num abismo… Enquanto eu olhava para os lados, para cima e para baixo, o universo inteiro, com a multiplicidade dos objetos dos sentidos, agora parecia bastante diferente: o que antes era asqueroso, junto com a ignorância e as paixões, era agora visto como sendo nada mais que o fluxo de minha própria natureza mais intima, que em si mesma, continuava brilhante, verdadeira e transparente.” (D. T. SUZUKI).

Jesus, no evangelho apócrifo de Tomé diz o seguinte:

“Eu sou a Luz que está acima de todos eles, Eu sou o Todo, o Todo veio de mim e o Todo chegou a mim. Racha um pedaço de pau, Eu estou ali; ergue a pedra e ali Me encontrarás.”

Esta é a definição de misticismo do dicionário Webster’s:

“A doutrina ou crença de que uma absorção espiritual direta da verdade ou a união com Deus pode ser obtida pela contemplação ou visão de caminhos inacessíveis ao senso ou à razão.”

O misticismo é mais que uma filosofia, mais que uma religião e mais que uma ciência. É uma saber puro e natural, que brotou de uma via direta e experiência, que visa, dentre outras coisas, atingir uma absorção interna e transcendente do ser com o absoluto, ou a realidade.

Essa realidade não tem opostos. Ela é livre de pólos. Ela não se encontra apenas fora do Universo, e tampouco se encontra apenas dentro do Universo.

A experiência mística ocorre quando o ser se identifica com o absoluto, com o Todo. Quando o ser percebe que a sua própria natureza se confunde com a natureza do Universo, a ponto de emergir uma perceção precisa e inquestionável sobre a presença de todo o Universo nele e dele em todo o Universo.

De modo que os místicos de todos os tempos sempre afirmaram que:

“Tudo é Um e Um é tudo.”

Ou como está expresso no Caibalion:

“O Todo está em tudo assim como tudo está no Todo”

O Ser seria um microcosmos do macrocosmos.

A experiência mística em hipótese alguma se opõem a razão. Muito diferente disto, ela inclui a razão e ainda a transcende. Ou seja, a razão está presente na experiência mística, porém a perceção do infinito vai além da razão, dos sentidos, da experiência sensorial e objetiva. Por este motivo, o místico não é irracional, anti-cientifico, mas sim transracional e transcientífico. Ou seja, ele já experimentou a razão, tomou consciência dos limites do intelecto e dos sentidos objetivos e pôde, assim, ir além deles. (Fonte)


O ALIMENTO DAS ABELHAS

A alimentação das abelhas é basicamente mel e pólen, sendo o mel o principal alimento delas, que tem como principal substância o açúcar que transforma em energia e o pólen como suplementos minerais, vitaminas e proteínas. A geleia real é um alimento especial da abelha rainha e das larvas da futura rainha.

Maturação do néctar

O néctar coletado das flores pelas abelhas operárias, na verdade não é o mel. O néctar coletado e transportado para o enxame é maturado e concentrado, transformado em mel verdadeiro pelas abelhas operárias. Inicialmente, as abelhas operárias armazenam o néctar coletado na sua vesícula melífera(papo de mel) localizada ao lado do estômago e transportam até o enxame, em seguida repassam o néctar para outra abelha operária, boca a boca. Nesta ocasião, ocorre a reação enzimática do organismo da abelha operária, a sacarose, que é a principal substância do néctar e que é transformado em frutose e dextrose. Em seguida, as abelhas operárias que receberam o néctar, transportam-no para armazenar na melgueira e produzem vento, batendo suas asas, para evaporar a humidade. A alta temperatura de 34 graus no interior da colmeia também acelera a concentração e a maturação do mel. As melgueira com mel maturado são fechadas com a cera e ficarão armazenados como alimentos.

Pão da abelha e bolinho de pólen


No momento em que as abelhas operárias mergulham no interior da flor em busca do néctar, os grão de pólen agarram nas penugens que envolvem o corpo da abelha. Assim que terminar de succionar o néctar, as abelhas melam a escova do pé. Posteriormente, enquanto estão voando, esfregam o pólen, agarrado no corpo com a escova, humedecido de néctar formando bolinho de pólen e juntam no cestinho, formando um espeto de bolinho de pólen. O bolinho de pólen é trazido ao enxame e triturado pelas abelhas operárias e guardadas no fundo do enxame. Quando ficam cheias, são coberta de mel e ficam armazenados como alimento chamado de pão das abelhas.

Geleia Real, um alimento especial


As abelhas operárias que cuidam das larvas, alimentam-se bastante de pólen, armazenado no fundo do enxame. Este pólen é misturado com a secreção e produz uma geleia leitosa. Esta geleia, considerada leite materno preparada pelas abelhas operárias, é composta de minerais, vitaminas e proteínas balanceadas e é fornecida como alimentos para a abelha rainha e à larva da futura rainha.. Por esta razão, somente a abelha rainha tem corpo grande e desenvolvido para poder depositar grande número de ovos. (fonte)
"A grande capacidade polinizadora desse inseto é a sua mais importante função na natureza. Dela depende a sobrevivência de muitas espécies, incluindo os humanos. “Se as abelhas desaparecessem da face da Terra, a espécie humana teria somente mais quatro anos de vida. Sem abelhas, não há polinização, ou seja, sem plantas, sem animais, sem homens.” Tal assertiva, creditada ao físico alemão Albert Einstein, ilustra bem o papel vital exercido por esses insetos."

Muita Paz Amor Evolução e Felicidade Para Todos Aqueles Que O Procuram

Gratidão Aspiração e Verdade

Om Namah Shivaya 
("Om, inclino-me perante Shiva" ou "Om, inclino-me perante o meu divino Ser interior".)



Rui 

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